Motivation time

Março 1, 2009

“the beat goes on” (eminem)

I do it perfect,
If I have the right time todo it

The right time can not be foresee
Do you got it?

Bring me a challange.
I’ll do it,
I’ll will do it the better way, like you’ve never seen before,
I’ll make it

When I get it, I make it grow heigher.
Look up! Has gone.

On the first enterprise where I work, I did the best Manual they have ever done.
Later, I did the best CLP’s maintenance interface that enterprise have ever done.
I did the best Ladder IDE they have ever done.

For myself, I did the best Java course I have ever seen. Almost done.

I did the best I could have done in my relationships during my life.
Everything I did, it was the best I could have done.

Life is so small.
Life gives no time to regret.
What its done, its done.

And I am the one who can do much more
And can make revolutions
In every where I pass

I’m here to impress


7 tópicos

Fevereiro 20, 2009
  1. A medida que, muito embora, entretanto, e salvo exceções, veja bem…
  2. Hi-Tech, solução para todos os problemas, desde aparência até burrice.
  3. Shows, Igreja e Futebol têm em comum resolver a necessidade do ser humano de soltar a voz.
  4. Sou louco, gosto de trabalhar. As pessoas normais odeiam 1/3 de suas vidas.
  5. Ser humano é querer mudar o país, o mundo, mas não conseguir mudar a própria casa.
  6. Será que o pessoal revoltado do Iraque, amantes de guerra, já ouviram falar de ioiô, cubo mágico, banco imobiliário…?
  7. O que é melhor: alegria ou satisfação?

Somos nós

Fevereiro 6, 2009

Seres humanos,
pessoas normais.

Que ajudam um ao outro,
que tiram sarro um do outro ,
que salvam a vida um do outro,
que matam um ao outro.

Somos nós,
seres humanos,
e pessoas normais. 

Com expressões de euforia,
com  expressões de paixão,
com devaneios.

Que não tem o que falar,
que ficamos orgulhosos depois vergonhosos,
por escrever um texto sobre macarrão.

Somos nós,
seres humanos .

Que nos matamos de estudar e trabalhar,
e que nos arrependemos no último segundo de vida,
ou que morremos com um sorriso no rosto,
por ter feito a coisa certa,
no curtíssimo tempo de vida que se tem.

Somos nós que ficamos refletindo tudo que já foi refletido,
escrevendo com outras palavras tudo que já foi escrito,
vivendo a mesma vida a milênios, e achando que estamos evoluindo.

Buscando novidades,
e descobrindo que as novidades de hoje, na verdade, 
são o passado, que foi esquecido,
e que estamos reinventando agora.

Somos nós, amigos humanos,
os únicos que matam sem ter fome,
e que conseguem refletir sobre matar ou ter fome.

Somos os autores do mundo,
e somos nós mesmos a nos condenar,
autores do próprio apocalipse.

Criadores e destruidores,
e os únicos que podem refletir sobre isso.

Os únicos que falam por falar,
que escrevem por escrever,
os que precisam se expressar.

Os que entendem o que é lei,
e que não entendem nada sobre leis.

Quem não faz sentido,
e não necessita fazê-lo,
e não necessita aparecer,
e não procura ser procurado.

Sou eu, ser humano.


Euforia

Janeiro 20, 2009

Quero escrever sobre música!
Quero escrever sobre religião!
Quero escrever sobre informática básica!
Quero escrever sobre programação! Sobre todas as linguagens!

Quero comentar tudo quanto puder, falar sobre conhecimento, filosofar e discutir idéias

Mas quero que as idéias sejam mostradas de forma grande!
Não adianta um pequeno texto falando sobre o assunto..
Quero um site inteiro!
Quero falar de cada assunto com o grande destaque que ele merece!

Quero tudo!


Computador

Dezembro 18, 2008

Computador é facilidade, é automação..
É vírus, é preocupação..
É ter mais trabalho,
Pra ter mais diversão.


O constante Nascer e Morrer

Novembro 19, 2008

“A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.” (Charles Chaplin)

Incrível como entender algum pontos da ciência pode ajudar a resolver os piores problemas. Para quem tem um lado espiritual/religioso bem desenvolvido, esse texto talvez não sirva de nada. Mas para quem, como eu, é cético, tem pensamento crítico e quer saber das coisas como elas são científicamente, pode ser interessante.

Steve Grand, em “Creation: Life and how to make it” [Criação: vida e como fazê-la] convida o leitor a pensar:

“numa experiência de sua infância. Alguma coisa de que você se lembre bem, alguma coisa que você consiga ver, sentir, talvez até cheirar, como se estivesse mesmo lá. Afinal de contas, você estava mesmo lá naquela época, não estava? Senão, como iria lembrar? Mas aqui vem a bomba: você não estava lá. Nem um único átomo que está em seu corpo hoje estava lá quando aquilo aconteceu [...] A matéria flui de lugar para lugar e por um instante reúne-se para formar você. O quer quer que você seja, portanto, você não é aquilo de que é feito. Se isso não faz você sentir um calafrio na espinha, leia de novo até que faça, porque isso é importante.”

Richard Dawkins menciona, sobre a citação acima:

“Alguns podiam contestar a verdade literal da afirmação de Grand, por exemplo no caso de moléculas de ossos. Mas o espírito dela com certeza é válido. Você é mais onda que “coisas” materiais estáticas.”

O que Dawkins quer dizer com “você é mais onda”, se refere a alguns conceitos de física que tornariam este texto demasiado longo, e não quero fugir do foco, que é apenas falar sobre o constante Nascer e Morrer, e como saber isso pode ajudar na vida. Mas então, como saber isso pode ajudar na vida?

Vamos usar, apenas como exemplo, um grande problema do ser humano: a superação de um amor perdido.

Você ama alguém? Tem certeza? O que é “amar” pra você? Imagine uma pessoa que você nunca namoraria, devido a quaisquer defeitos – Vou falar em termos de “pessoa” pra servir pra ambos os sexos. Agora imagine pegar os piores defeitos (físicos ou não) desta pessoa e adicionar em sua “pessoa amada”. Você ainda a amaria e a trataria do mesmo modo?

O fato importante aqui é que sua resposta de hoje, para todas as perguntas acima, não necessariamente é a mesma de amanhã. Por que a pessoa que você começou a namorar, que tinha aquele amor forte, insuperável, inacabável, morreu.

Você pode até ficar triste por ter perdido “o amor de sua vida”, mas lembre-se, sua vida hoje não é a mesma de ontem. A pessoa por quem você se apaixonou era outra. E a pessoa que se apaixonou não era você, era também outra pessoa (você é outra pessoa hoje). Não fique guardando pra você as mágoas dos outros – ou seja, “daquele que você foi um dia”. Sobre precisar de alguém, já disse John Lennon, em um texto que já publiquei aqui:

“Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade. Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável.”

O mesmo vale para algum trauma ou qualquer lembrança que ainda hoje lhe perturbe. Richard Dawinks menciona que:

“podemos obter consolo ao descobrir uma nova forma de pensar numa situação. Um filósofo ressalta que não há nada de especial no momento em que um velho morre. A criança que ele um dia foi “morreu” há muito tempo, não por deixar repentinamente de viver, mas por crescer. Cada uma das sete idades shakesperianas do homem “morre” ao transformar-se lentamente na próxima.”

Você é o que você é hoje, e não o que você foi. A cada dia que você acorda, lembre-se do que o “você” de ontem fez, as memórias dele estão com você, tire apenas o que você puder tirar de aprendizado, não perca tempo se lamentando pelos erros do “você” de ontem. Não crie novos problemas, desmotivação, traumas, depressão, ou qualquer sentimento ruim por algo que já passou, e que nem foi com você

É engraçado dizer isso tudo, e ao mesmo tempo pode ser reconfortante, em especial para pessoal que, como eu, só aceitam novas visões de vida que façam algum sentido.

OBS. Se você gosta de filmes de vampiros, talvez um modo divertido de assimilar a idéia de que você está com as memórias de “outro” seja assistir o filme Anjos da Noite. Mas não é pra acreditar, é só pra associar, tá.. :)

Mas voltando, leia novamente a citação:

“A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.” (Charles Chaplin)

Lembre-se que o “você” de amanhã vai querer boas notícias, ele não vai querer saber que você passou um dia perdido. Ele vai te perguntar “O que vc fez ontem? O que adicionou de bom a nossa memória? O que aprendemos ontem? Quais lembranças felizes temos para guardar de ontem? Você leu mais uma página daquele livro? Ou chegou em casa e ficou assistindo os comerciais da TV denovo?”. E lembre-se que, quando você acordar, já não é você quem passou o dia de ontem perdido, você é alguém novo com uma vida pela frente! Então aproveite o aprendizado e bola pra frente! O show não pode parar!

Pra quem quiser entender melhor o lado científico, sugiro a leitura do livro ”O gene egoísta” de Richard Dawkins, que explica sobre o gene e a evolução, e depois “Deus, um delírio” também de Richard Dawkins, onde, no último capítulo, ele explica sobre as belezas da ciência. Se você não se interessar, devido a questões religiosas, sugiro a leitura da Bíblia. A leitura completa da Bíblia é o primeiro passo para um religioso se tornar bright.

“Que ela nunca acontecerá denovo. É o que torna a vida tão bela” (Emily Dickinson)


O que seria do macarrão

Novembro 18, 2008

O que seria do macarrao, nao fosse o prato
O que seria do macarrao, nao fosse o garfo
O que seria do macarrao, nao fosse o molho, a sardinha, o queijo ralado

O que seria do macarrao, nao fosse nossa boca
O que seria do macarrao, não fosse o homem


Método Rubber Duck para solução de problemas

Outubro 15, 2008

“Rubber Duck” significa, literalmente, “Pato de Borracha”.

Já aconteceu com você de, ao começar a explicar um problema para alguém, no meio da explicação lhe vem a solução a tona? Acontece bastante com programadores de computador ao explicar as linhas do código que não estão funcionando corretamente…

O método Rubber Duck para solução de problemas consiste em, ao surgir um problema, você colocar a seu lado um pato de borracha e começar a explicar para ele o problema, e no meio da explicação você descobrirá a resposta “sozinho”.

O pato de borracha é simbólico, podendo ser substituído por qualquer pessoa que tenha paciência para ouvir, ou mesmo ursos de pelúcia ou seu blog no WordPress.